OBJECTO DO MÊS / JANEIRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AGUARELA DE RICARDO HOGAN (1843-1891) – Composição executada em aguarela sobre papel, representando duas figuras masculinas de guarda-chuva, próximos de uma escadaria. Está assinado e datado no canto inferior esquerdo.

PN-65

larg-9,5cm – alt.-12,cm

 

“Pintor do século XIX , discípulo de  Enrique Casanova [professor aguarelista espanhol  que deu aulas em Portugal]. Natural de Lisboa, foi muito influenciado por Fortuny e Kaemmerer. Interpretou com delicadeza velhos trechos citadinos. Era um enamorado das cenas galantes do século XVIII, que representou com elegância e volúpia. Cultivou sobretudo a aguarela, pois, educado em Inglaterra, afeiçoou-se desde muito cedo a este género de pintura, ali muito em voga. Pintou numerosos trechos de Sintra (…)”

Representado na Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves e em diversas coleções particulares.

 

Fernando de Pamplona

In “Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses”, Volume III. 1988, 2ª. Ed., Livraria Civilização Editora

 

 

Doação de D. Maria Antónia de Carvalho Mendes Ribeiro ao MNS.

 

Nasceu na cidade do Porto, a 17 de agosto de 1936, faleceu a 03 de janeiro de 2019. Foi Licenciada em Biologia pela Universidade de Coimbra. Poetisa com vários livros editados. Além da poesia dedicou-se também à fotografia e à pintura tendo produzido muitos trabalhos. Foi membro da Associação de Escritores Portugueses e da Associação do Idioma e Culturas em Português.

 

Serviço de Mesa produzido região de Limoges em França, cerca de 1890. Manufatura William Guérin (1870-1932). O serviço composto por pratos de sopa,

raso e sobremesa, terrinas, travessas e taças, apresenta uma elegante decoração

de estilo neo-rocaille, com delicados arranjos florais em anil e lilás, interligados com curvas e ondulações, em dourado, inspiradas na natureza. A superficie de base possui subtis ondulações que dialogam com os motivos marinhos (conchas e algas), numa suave volumetria que evidencia as qualidades etéreas da porcelana.

Da doação faz também parte, um par de pitorescas gravuras assinadas por José Relvas (1858-1929), pioneiro da fotografia. (Em exposição na Sala Jorge Barradas,1.º piso)